quinta-feira, 24 de março de 2011

Hugh Laurie e o Blues


Hugh Laurie, o protagonista de House, mesmo sendo um grande ator é também escritor e ainda músico. Pois é! Ele lançou o Livro - The Gun Seller (O Vendedor de Armas) e agora vai lançar um cd de Blues chamado Let Them Talk. A previsão de lançamento é para 9 de maio.

Bom um dos singles chamado You Don't Know My Mind você pode conferir no video abaixo.

Espero que as surpresas a respeito de Hugh Laurie e de seu personagem House não acabem tão cedo...





É... nem sabia que o cara era tão multifacetas assim.

2 comentários:

  1. Maneiríssimo moleque. Havíamos trocado sobre essa parada. Voltado para a improbabilidade da existência de um ser como o personagem. Mas ao que parece achamos no próprio ator uma referência interessante, excetuando a super especialidade em diagnóstico, é claro. Permanece a referência. PS: O velho deitado vai te pegar!

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  2. É agora depois de pensar um pouco mais me veio a mente a pergunta. Quanto a ficção pode influenciar a realidade e quanto a realidade pode influenciar a ficção? O quanto a nossa realidade tem de ficção e quanto a nossa ficção tem de realidade. Seria esse mais um paradoxo filosófico? Seria uma discussão sobre a pílula vermelha e a azul?

    Sinceramente isso me fez pensar um pouco no objeto de entendimento para realidade e ficção.

    De um lado você olha e vê o House uma cara foda em diagnóstico, que fala várias línguas, que toca alguns instrumentos, que entende de xadrez, de comportamento, de ambientes e suas influências, etc...

    Do outro lado da mesma moeda está Hugh Laurie um um ator foda em interpretar drama, comédia e sei lá mais o que... De repente o cara aparece e escreve um livro, agora vai gravar um cd.

    O quanto de um foi incutido no outro House-Hugh e Huhg-House.

    Mas a coisa não para por aí.

    Quanto de nossos personagens carregamos? Quanto de ficção nós levamos para vida real? Me lembrei do comentário do Fuzzyman no post do Episódio House, S07E15 onde ele descreve que se via no personagem e de repente há uma frustração. Há a visão de um lado do qual não compartilhamos com o personagem, do qual não queremos compartilhar, do qual não se encaixa na nossa persona. Porque?

    Quantas vezes você quis ser o homem-aranha? Minha esposa diz que um dia irá acordar e se descobrir uma vampira ou uma bruxa. Isso é ruim? Não! Quem nunca quis ter uma varinha para resolver seus problemas? Ou quem nunca quis ser imortal? Até eu!

    Mas o fato é que continuo a me questionar e talvez minha ignorância não me deixe enxergar a razão, mas pelo menos enxergo a necessidade humana em tal troca. Ficção-Realidade.

    Vemos um filme, lemos um livro e vislumbramos o de bom daquilo na nossa realidade. Presenciamos algo que seja utópico ou não, mas ansiamos por chegarmos a tal patamar, ou experimentar da mesma sensação ou do mesmo poder.

    Somos assim sonhadores...

    Sonhar é um dom, pois as mentes que causaram maior impacto seja em qualquer direção eram mentes sonhadoras. Estar acordado também é necessário, pois de outra forma não tem como se vê o que foi feito.

    Hoje quero ser um sonhador-acordado. Quero criar impacto, mas está de olhos bem abertos para poder vê o sonho virar realidade.

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